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SPQR e CHB vivem anos e mais anos de competições, onde eles mesmos já esqueceram os motivos. Duas escolas, com nada em comum, com uma longa disputa em tudo que podem. E no começo de mais um ano letivo, não é nenhuma surpresa que tudo vá continuar do jeito que sempre foi, mesmo que os professores estejam determinados a fazer os alunos esquecerem essas brigas. Mas não vai ser nem de longe tão fácil assim. E aí, de qual lado você está?
[percy jackson au rpg]

SPQR e CHB vivem anos e mais anos de competições, onde eles mesmos já esqueceram os motivos. Duas escolas, com nada em comum, com uma longa disputa em tudo que podem. E no começo de mais um ano letivo, não é nenhuma surpresa que tudo vá continuar do jeito que sempre foi, mesmo que os professores estejam determinados a fazer os alunos esquecerem essas brigas. Mas não vai ser nem de longe tão fácil assim. E aí, de qual lado você está?

[percy jackson au rpg]

Posted 7 months ago
25 notes   ~Reblog

Geralmente, quando alguém dizia “vou morre tentando” significava que o desafio era realmente muito difícil, mas, talvez, se tentasse com perseverança, ele pudesse se tornar possível. Naquele caso, era apenas uma afirmação do que inevitavelmente aconteceria.

Á uma primeira vista, o exército de semideuses era assustadoramente grande e forte. Meninos e meninas, a maioria adolescentes, segurando armas e mantendo posição com expressões ameaçadoras. Mas isso mudava quando a visão de seus oponentes entrava em cena: monstros. Todos os monstros do mundo inferior. Todos os monstros que Sísifo trouxera para acabar de vez com o acampamento.

A atmosfera do lugar rescendia á raiva, dor e sangue. A batalha acabara de começar, mas os corpos caídos já eram muitos e o chão, antes verde pela grama, agora resplandecia em um carmim escuro e gosmento, banhado em sangue. E apesar de tudo, apesar dos gritos e do incessante retinir metálico, dos sons agoniantes da batalha, ninguém desistiu. Eles permaneceram juntos, lutando, como a família que realmente eram.

Tudo com o que podiam contar era com suas habilidades, já que Sísifo se encarregara de bloquear seus poderes divinos… Mas ele esquecera dos seres divinos em si.

No começo ninguém percebeu, já que estavam envolvidos demais na luta, mas as cortinas de luz dourada continuaram a surgir, cada vez em maior número, revelando a ajuda inesperada, a chance de salvação: os deuses estavam lá para ajudar. Os semideuses não sabiam se suas preces haviam sido atendidas ou se a situação era mesmo tão ruim para fazer as divindades se manifestarem. Talvez as duas coisas. Mas não houve um que não suspirou de alívio ao ver a inesperada ajuda.

Houve um momento de silêncio, todos paralisados com a repentina surpresa. Os deuses e os monstros se encaravam e os semideuses encaravam á ambos. E então, a guerra começou de verdade.

Ares e Atena, que sempre competiam entre si, agora trabalhavam juntos e, convenhamos, não há muita ou nenhuma chance de você sair vitorioso numa batalha quando o deus da guerra, uma máquina de matar, luta ao lado da deusa da sabedoria, a senhora da estratégia de guerra.

Os monstros começaram a cair e os semideuses da guerra e da sabedoria, com seu animo renovado, avançaram, impelidos pelo grito de guerra combinado de seus pais divinos, que iam á frente.

Apolo e Ártemis assumiram o comando dos arqueiros e os filhos do sol disparavam suas flechas juntamente com as caçadoras. Afrodite parecia mais uma modelo perdida no meio de tudo aquilo, mas deixava os monstros momentaneamente encantados, o que permitia á seus filhos os matarem, quando ela mesma não o fazia.

E então uma nova cortina de luz surgiu e Hécate se mostrou. A deusa, assim como os outros, estava trajando uma armadura, mas o mais importante era o círculo de energia que surgia entre suas mãos juntas, conforme a divindade proferia rapidamente palavras inaudíveis. E então houve algo como uma explosão de luz, envolvendo o acampamento e atingindo todos os semideuses. Eles não precisaram perguntar para saber o que acontecera: a deusa acabara de quebrar o encantamento que prendia seus poderes.

Dionísio e suas crias prendiam os monstros com vinhas cada vez maiores e mais grossas; Hefesto e seus filhos forneciam armamento e autômatos que avançavam destruindo os oponentes; Hermes e os seus armavam armadilhas que ajudavam os guerreiros; os filhos de Zeus faziam o campo parecer um show de luzes, seguindo o exemplo do próprio soberano dos deuses que lançava raios e eletrocutava á quem se pusesse em seu caminho, enquanto Poseidon e seus filhos cuidavam dos monstros marinhos e Hades e os filhos da morte agiam nas sombras.

Íris, Tique, Perséfone, Deméter e outros deuses menores estavam presentes também. A primeira deusa, mantendo a cabeça erguida, apesar da traição de sua própria filha.

Enquanto estavam envolvidos na batalha, ninguém percebeu para onde Sísifo fora, e nem que Atena, Hades, Zeus e Hécate haviam sumido também. Ninguém viu quando os deuses perseguiram o espírito e o encurralaram na floresta.

-Ora, olá família. Finalmente resolveram mostrar que são úteis para algo mais do que “embelezar” o Olimpo? – Sísifo disse, virando-se. Ele sabia que estava cercado e em desvantagem.  Com certeza, ver seu exército arrasador e seu plano tão bem calculado irem por água á baixo o deixaram desestabilizado, mas ainda havia arrogância o suficiente para fazê-lo continuar de cabeça erguida. –Agora, depois da bagunça estar feita e de tantas mortes de seus queridos filhos…

-Cale-se. –a voz de Zeus reverberou, forte como seus trovões. –Hades, acabe logo com isso.

O deus da morte deu um passo á frente, mas sua sobrinha entrou em seu caminho.

-Atena, pare. –ele disse, não raivoso, mas com um tom quase suave, sabendo que era melhor convencê-la a não atrapalhar do que obriga-la. –Ele não é mais quem era. Não é nada mais do que um espírito que se rebelou.

O deus dos mortos continuou a falar, mas Atena não o ouviu. Ela olhava diretamente para a forma semitransparente á sua frente, a forma de Sísifo, do que já fora um humano. Do que já fora um semideus… Seu filho.

-Não me venha com amor maternal agora. –o espírito resmungou. –Acho que é meio tarde para isso. Uns dois mil anos de atraso, certo? Terminem logo o que começaram.

-Sísifo… –a deusa não sabia o que deveria dizer. Seu senso de justiça a mandava sair do caminho do tio e deixa-lo fazer o que precisava ser feito. Mas seu emocional ainda via apenas um garoto de quem ela tivera um orgulho enorme, á muitos séculos atrás. –O que aconteceu com você, meu filho? –ela repetiu as palavras que dissera á muito tempo, quando soubera do acontecido com a ninfa. –Por que está fazendo isso?

-Estou estabelecendo a justiça. –ele disse. –Estou seguindo sua maior virtude e é justo você a me questionar?

-Não há justiça em matar inocentes!

-Não há justiça em gerar filhos mais fracos e mortais e lança-los ás própria sorte contra monstros, sem nunca se importarem. A propósito –e ele se virou para Hades. –É muito menos justo lançar esses monstros contra eles.

-Eles são semideuses. Tem de provar seu valor e seu merecimento de sangue divino. –Zeus se intrometeu.

-E quando é que vocês mostraram o valor do icor que tem? –Sísifo disse com escárnio. –Os deuses e acham tão superiores aos mortais, os julgam e condenam tanto por seus erros, quando na verdade são os primeiros á dar exemplo. Incestos, traições, assassinatos… Tudo partiu de vocês! E depois nós que somos os errados por seguirmos nosso exemplo divino? Nós que somos obrigados a passar por provações e pela dor da perda para provar nosso valor? Isso é justo, Atena? Me diga, deusa da justiça, isso é justo?

A deusa apenas o encarou. Ela o entendia, mas isso não mudava o fato de que ele errara e devia responder por isso. Então, mesmo contra sua vontade, ela apenas deu um passo para o lado, saindo enfim do caminho.

Hades avançou na mesma hora e Hécate, sentindo a tentativa vã do espírito de se valer de magia mais uma vez, o impediu com seus próprios encantamentos.

Zeus, vendo tudo sob controle, puxou a filha pelo braço para longe dali, de volta ao campo de batalha onde, não tão surpreendentemente, não havia mais guerra, apenas uma neblina de pó dourado no ar, misturando-se ao sangue no chão.

Não só os deuses como também seus filhos podiam sentir a atmosfera sombria que se instalava no lugar, agora que tudo acabara e as mortes eram contabilizadas, quando os amigos viam os corpos de seus companheiros sem vida no chão, quando finalmente entendiam que haviam sobrevivido mas á um preço de sangue.

Atena deu um passo em direção á seus filhos. Havia vários deles chorando e muitos outros mortos.  As palavras de Sísifo reverberavam em sua mente e a deusa sentia culpa por saber que ela falhara. Ela e os outros deuses, tão poderosos, tão perfeitos, falharam com seus filhos tantas e tantas vezes e eram os culpados pela dor dos mesmos. Como poderiam se considerar pais se não os ajudavam quando precisavam? Se não cuidavam deles?

-Atena, não.

Zeus puxou a deusa de volta. Ele também entendia, mas sabia que não havia nada a ser feito.  Eles eram deuses, seus filhos mortais. Aquilo era o ciclo da vida e ninguém estava livre de passar por decepções e cometer erros. Mas já era tarde demais para tentar reparar as falhas, de qualquer um dos lados.

Os deuses participariam dos enterros e ficariam por alguns dias com os semideuses, mas apenas isso. Depois tudo voltaria ao normal.

Mas, pelo menos por enquanto, não havia preocupações futuras. Estava tudo acabado. Tudo finalmente acabado.

Posted 8 months ago
1 notes   ~Reblog

É um tiro no escuro mas né.. 

Teve um pessoal que mandou ficha agora no final, e eu esqueci de anotar um monte de urls
Por favor tem como vocês aparecerem aqui outra vez?

Posted 8 months ago
   ~Reblog

O acampamento estava completamente perdido. Eles não tinham mais nenhuma chance. Eles iam precisar de todo o tipo possível de ajuda nesse momento. Não somente por causa da enxurrada de monstros que interrompia a estrada, ou os que assaltavam pela floresta. Não. Mas pelo homem, parecendo um empresário com uma barba bem feita que estava no centro da linha de frente. Dessa vez Sísifo tinha resolvido liderar o ataque pessoalmente.

            Ele não era nenhum exímio lutador, mas considerando o tanto de vezes que ele já tinha enganado os deuses, era muito melhor ter cuidado com ele.

            “Eu trouxe algo de volta” ele sorriu, enquanto os campistas o observavam, do topo da colina Meio-Sangue.

            Cora apareceu, encolhida entre o exército de montros.

            “Antes de vocês me culparem por todas as mortes, e por todo o sofrimento de vocês, culpem os seus deuses; os que me prenderam num castigo eterno e inútil!” ele esbravejou, o som ecoando alto na estrada “E depois culpem sua amada colega” ele gargalhou, com prazer “Ela foi a responsável por arquitetar todos os ataques, e planejar. Ela foi a minha mais brilhante tenente nesse pequeno período de guerra.” Ele tocou seu ombro, como um pai orgulhoso “Mas agora você não me é mais útil” a empurrou, de modo que ela caiu de joelhos um pouco a frente dele “façam o que quiserem dela” ele disse, o orgulho logo se esvaindo, sendo substituído por um olhar de desgosto.

            “Eu prometi vingança aos deuses” ele disse, um tanto solenemente “e agora estou aqui, com os filhos dele a minha mercê. E eles vão se defender, que bonitinho, com suas armaduras e poderes” ele gargalhou mais uma vez “ou sem poderes, já que o meu encantamento sobre o acampamento ainda está ativo. Uma pena que nenhum de vocês vão sobreviver para contar” ele se enrijeceu, e pegou na espada de duas mãos da bainha em suas costas “MATEM A TODOS!!” gritou, antes de ser engolido por uma multidão de monstros que corriam em direção ao acampamento.

  • Não, ninguém tem poderes ainda.
  • Turnos em duplas, trios, quintetos, todo mundo, up to you.
  • Façam mais de um turno.
  • Matem quantos monstros quiser (menos Sísifo obviamente)
  • Quem joga como deus pode usar eles, sem abusar.
  • NÃO. TERMINEM. O. ATAQUE.
  • O pessoal da missão já chegou
  • Se quiser fazer um turno em reação a não-morte/traição da Cora…
Posted 8 months ago
   ~Reblog

Missão || Alex, Olivia & Kyle (feat. Ares) 

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Posted 8 months ago
   ~Reblog

Eles lutaram bravamente, por muitas e muitas horas. Poucos monstros conseguiram cruzar e entrar no acampamento, mas não foram capazes de fazer dano suficiente. A enfermaria estava lotada e todo mundo esgotado. Eles tinham medo de contar os corpos caídos e reconhecer os amigos caídos.

Naquela noite Quíron pediu uma celebração em nome dos semideuses que tinham morrido naquela batalha. Como de costume, os corpos foram cobertos com uma mortalha, representando o chalé. Foi pedido para que os irmãos dissessem algumas palavras antes de acender a mortalha.

Era inegável ver a tristeza naquele lugar, ninguém tinha ânimo algum. Mas todos se juntaram em volta da fogueira, como que para se lembrar dos momentos felizes. Ninguém ousava citar monstros ou batalhas.

Quíron parou a música, e disse algumas palavras em honra aos caídos em combate. E então começou a ler a longa lista com o nome dos mortos. A maioria das vezes era acompanhado por gritos dos companheiros e chalés, e muito mais frequentemente, lágrimas.

Ele leu:

“Ahsley, filha de Hebe; Mariah e Marcus, filhos de Hades; Zoey, filha de Apolo; Peter, filho de Nyx; Finn, filho de Afrodite; Caitlyn e Steve, filhos de Ares; Cassandra, filha de Hefesto; Christian, filho de Hécate, Jared, filho de Dionísio,  Juliet, filha de Atena e Cora, filha de Íris.”

Nem todos os corpos tinham sido encontrados. Algumas mortalhas ficavam estendidas sobre o chão, representando os campistas mortos.

→ Todo mundo está na fogueira.
→ Turnem.
→ Os campistas devem fazer um discurso sobre o irmão/irmã perdid@
→ Sem poderes
→ Turnem 
→ Lágrimas e dor são realmente parte desse momento.
→ e turnem.

Qualquer dúvida, venha na ask.

Posted 9 months ago
   ~Reblog
Asker Portrait
» A message from Anonymous:

Bem assim , que você podia dizer quem é o semi deus que os monstros querem...

Eu adoraria, mas eu também não sei. O semideus em questão deve saber, ou não. 

Cris

Posted 9 months ago
   ~Reblog

Depois do ataque de uns dias atrás, e a floresta parcialmente destruída e campistas machucados, todos estavam esperando que fosse ficar ainda pior. E ficaria. Eles sabiam disso.

Então não foi nenhuma surpresa quando um barco navegou para dentro dos limites do acampamento. Como eles já estavam com um número muito pequeno de campistas ilesos, resolveram cortar as vigias, e manter todos juntos para se protegerem. Ninguém viu o navio. Ninguém viu os botes seaproximando. Mas eles ouviram.

Quando chegaram até a praia, já era um tanto tarde demais. A areia estava coberta de monstros. Tantos que eles mal sabiam dar nomes a todos eles. O máximo que os campistas puderam fazer foi se colocar no caminho para o acampamento; com escudos e espadas, e dessa vez, armaduras, eles se prepararam para defender.

"Ninguém precisa lutarr" uma dracaenae que estava a frente da linha de batalha disse, fazendo o que parecia um gesto de rendição "Só uma pessoa precisa se machucar, são as ordens" ela disse, sem especificar diretamente quem era a tal pessoa.

"Então vai ter que lutar com todos nós" alguém gritou, e o acampamento acompanhou. E mais uma vez, a carnificina começou.

→ Ainda sem poderes.

→ Turnos solos (pode ser feito em várias partes e postando aos poucos, mas tudo no mesmo dia. De preferência hoje)

→ Sem números exatos de monstros. Matem a vontade.

→ Ninguém é de ferro, então se machucar é inevitável.

Posted 9 months ago
2 notes   ~Reblog
Asker Portrait
» A message from Anonymous:

Tia Criiis! *-*

Eu!!! Kkkk Adoro essa empolgação de vocês, serio.

Cris.

Posted 9 months ago
1 notes   ~Reblog
Asker Portrait
» A message from clever-owl:

também, também, saindo de um momento meio turbulento, mas saindo bem

Turbulento é ruim né? Oque houve?

Cris.

Posted 9 months ago
   ~Reblog